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Morte... que morte?

 

Nós espíritas costumamos dizer que a morte não existe, visto como não passa de mudança de forma de vida. Mais a mais, todos sabem que é inevitável e que dela ninguém escapará. Até aí, tudo bem... mas quantos de nós não a temem?
 
Sabemos que somos espíritos imortais, estamos persuadidos, conforme preconiza Sócrates “a nos preocuparmos com nossa alma”. Todavia, muitos dentre nós não querem nem pensar na possibilidade da morte e, no entanto, dela não podemos fugir. Será que este assunto está agradando ou você, que me lê, prefere parar por aqui? Continue que no final você não se arrependerá.
 
Por que temê-la? Afinal, quem está na doutrina dos espíritos não está convencido que a vida continua e que existem inumeráveis meios de comunicação entre os que estão “no lado de lá” e os que estão “no lado de cá”?
 
Somos freqüentemente procurados no Centro Espírita por pessoas que não se conformam com a partida de entes queridos para a vida espiritual e invariavelmente querem receber mensagem psicografada, ou ainda, se possível vê-los materializados e com eles falar. Se sabemos que a morte não existe, que continuamos a ser nós mesmos no mundo espiritual, que os laços de afetividade não se dissolvem e que aqueles que têm afinidade comunicam-se pelo pensamento, podemos assegurar (àqueles que nos procuram) que não há empecilho nenhum para intercâmbio de idéias ou de afeto entre encarnados e desencarnados. Possivelmente, até com maior intensidade, uma vez que não existem os obstáculos matérias que muita vez nos distanciam. Vamos então “curtir” a possibilidade que o Criador nos deu de termos estado juntos aqui na Terra e saber que estamos juntos sempre que nos afinizarmos.
 
Provas as temos inúmeras, seja através dos sonhos, seja ao perceber uma leve presença, seja na manifestação visual de pessoas que já partiram para a espiritualidade, seja através das comunicações psicofônicas, ou ainda psicográficas. Importa não escravizarmos os que partiram e a eles não nos escravizarmos, porque a vida continua e novas experiências todos nós teremos, assim como o reencontro daqueles que se ligam pelos laços do amor ou do ódio é inevitável.
 
Já que dela não podemos fugir, que morte queremos? Aconselha-nos Joanna de Angelis através da psicografia de Divaldo P. Franco, em “Vida Feliz”.
 
“Pensa em termos de vida eterna. A morte é somente um veículo para a mudança de domicílio. Quando os tecidos físicos se gastam ou se rompem violentamente, libertam o Espírito eterno, que retorna à Pátria Espiritual. Tudo se transforma, o corpo se altera e se decompõe, indo vitalizar outras expressões materiais. Já o ser espiritual, que nela habita transitoriamente, deixa-o para assumir sua realidade estrutural. Vive, portanto, considerando que a morte pode chegar em qualquer momento, devendo te preparares para a viagem inevitável”!

 


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